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Observador: “Zago define ‘espinha dorsal’ do Inter”

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O técnico Antônio Carlos Zago assumiu o Inter logo após as eleições presidenciais, que elegeram, Marcelo Medeiros como novo mandatário do clube. O comandante encontrou um grupo de jogadores com o emocional destruído e nulo taticamente, já que em 2016, o time não jogou nem perto do que chamamos de futebol, nem mesmo com quatro técnicos diferentes (Argel Fucks, Paulo Roberto Falcão, Celso Roth e Lisca). O legado é praticamente zero e ao que parece, no final de Fevereiro, o time parece estar se encontrando, com dificuldades ainda, é verdade.

Zago começou esboçando o time do Inter em um 4-4-2, mas acabou tendo que mudar de ideia com o empate diante do Veranópolis e, principalmente, com a derrota para o Novo Hamburgo, dentro do Beira-Rio, por 2 a 1. A primeira mudança veio na partida contra o Fluminense, pela Primeira Liga, onde escalou a conhecida “árvore de natal” com três volantes (Charles, Anselmo e Rodrigo Dourado). A formação até funcionou contra os cariocas, mas acabou sendo facilmente encaixotada pelo Caxias no Gauchão e obrigou o técnico do Inter a mudar novamente.

Recentemente, nas partidas contra o Passo Fundo, Princesa do Solimões e, principalmente, na partida contra o Oeste pela Copa do Brasil, onde o Inter fez a sua melhor exibição até aqui, podemos ver o 4-2-3-1, que ao que tudo indica, será firmado como esquema do time daqui pra frente. A grande curiosidade fica por conta dos dois “novos” laterais-esquerdos do Inter, que são peças chaves para que isso funcione: Carlinhos e Uendel. Contra o Princesa, Carlinhos esteve improvisado no meio-campo e não rendeu tão bem, mas mesmo assim, participou do gol marcado por Brenner, assim como na partida contra o Passo Fundo, onde deu novamente assistência para o centroavante marcar o segundo gol.

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Na partida contra o Oeste, o lateral-esquerdo Uendel foi improvisado na última linha de meio-campo ao lado de D’Alessandro e Carlos e funcionou muito bem. O jogador participou diretamente do gol anotado por Charles e chegou diversas vezes ao ataque, além de ajudar Carlinhos na marcação do corredor esquerdo, já que D’Alessandro, corretamente, possui poucas ou quase nenhuma função defensiva, ficando livre para circular e armar o time. Com isso, podemos perceber que o time já tem a chamada “espinha dorsal” e que alguns jogadores serão titulares de Zago e que outras posições ainda estão em aberto.

Podemos definir como titulares absolutos: Danilo Fernandes, Uendel, Rodrigo Dourado, Charles, D’Alessandro e Brenner e até que não chegue um extrema de velocidade, como Marcelo Cirino, por exemplo, Carlinhos e Carlos também. Com isso, penso que a dupla de zaga ainda está indefinida, ainda mais com a chegada de Victor Cuesta, além da lateral-direita, que deve ser assumida por William, após a renovação de contrato. A última vaga fica por conta do meia-direita, que pode ser feita por Valdívia, mas que ainda não deu a resposta que todo mundo esperava e já viu do ‘Poko Pika’ até aqui.

 

 

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